sexta-feira, 27 de março de 2015

Sete desculpas esfarrapadas para a procrastinação


1- “Eu não preciso fazer isso agora…”
O grande pai de todas as desculpas para a procrastinação. Tão sedutora porque é tão verdadeira. Há muitas coisas que realmente não precisamos fazer naquele momento em que estamos tentando achar uma desculpa para procrastinar, mas muitas dessas coisas que não somos “obrigados” a fazer, fazem a maior diferença dos resultados que acabamos obtendo na vida.

Quando damos essa desculpa, o que estamos realmente dizendo é: “Eu não quero fazer isso, e estou secretamente esperando ou que o problema vá embora ou que eu, eventualmente, me sinta motivado a resolvê-lo”. Muitos de nós usam essa desculpa sabendo que estamos procrastinando – esperando por aquela onda de animação e adrenalina que nos fará passar a noite acordados e terminar, com “sucesso”, a tempo. Outras frases comuns incluem: “Tem bastante tempo” e “Eu posso fazer amanhã”.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Da consideração de si mesmo


  1. O homem interior antepõe o cuidado de si a todos os outros cuidados, e quem se ocupa de si com diligência facilmente deixa de falar dos outros. Nunca serás homem espiritual e devoto, se não calares dos outros, atendendo a ti próprio com especial cuidado. Se de ti só cuidares, pouco te moverá o que se passa por fora. Onde estás, quando não estás contigo? E, depois de tudo percorrido, que ganhaste se esqueceste a ti mesmo? Se queres ter paz e verdadeiro sossego, é preciso que tudo mais dispenses, e a ti só tenhas diante dos olhos. 
        Tomás de Kempis, IN: "Imitação de Cristo", livro II, cap. 5-2

quinta-feira, 5 de março de 2015

Como manter o foco em um mundo cheio de distrações



Essa é uma pergunta que eu recebo frequentemente. Contudo, minha resposta às vezes surpreende o interlocutor. As pessoas geralmente esperam ouvir um amontoado de dicas, técnicas e práticas recomendadas para aumentar a produtividade e potencializar o foco. Essas ideias ajudam, mas na raiz da distração, existe uma coisinha muito mais ordinária: sua própria vontade.
Nós somos livres para fazermos o que quisermos. Se escolhemos a distração ao invés da responsabilidade, a culpa é nossa!
Ninguém sofre de “falta de foco” como se isso fosse ser uma doença. Distração não é um vírus que infecta sorrateiramente o hospedeiro e o torna incapaz de lutar contra sua força. É claro que todo mundo sabe disso, mas então porque as pessoas se comportam como se não tivessem forças para lutar contra as distrações que as “atrapalham tanto”? Por que as pessoas se fazem de bobas quando tentam explicar porque tiveram tanto tempo e não fizeram nada com ele?

terça-feira, 3 de março de 2015

Agora é greve geral!


Atenção, Passageiros da Nave Terra!
Esta mensagem é uma convocação explícita e urgente à greve geral que será iniciada a partir de agora — deste agora, o único tempo que existe.

Em virtude de incontáveis reflexões feitas em meditações, exercícios individuais e coletivos, celebrações, reuniões, encontros e orações, nos diversos pontos do planeta, definimos que não passaremos mais um dia sequer como reféns da situação vigente!

Estamos cansados… de sermos assim!

Estamos cheios… de medo!

Estamos fartos… de culpa!

Estamos indignados… com a existência indigna que nós mesmos nos impusemos!

Somos massacrados… pela deprimente conversa interna que geramos em nossas mentes!

BASTA!
Não aceitaremos mais o padrão da sobrevivência. Daqui para frente, o lema é SUPERVIVER! 

Nos colocamos no nosso melhor ponto de crescimento, agrupados em ULs – Unidades de Luz – junto às individualizações vegetais, animais-irmãs, minerais e elementos para empreender o maior movimento de mudança de todos os tempos, não poupando nenhum tipo de esforço individual para conseguirmos nosso objetivo!

domingo, 1 de março de 2015

A recusa do momento presente e suas consequências

  • A raiz do mal é uma espécie de preguiça de existir e de sentir. Um pavor de entrar em contato com a própria luz. Uma fuga do instante. Querer fugir do momento, ou manipular a existência, adquire duas formas lógicas: desejar o que não se tem e rejeitar o que se tem. Eis os dois venenos do espírito: a cobiça e a agressão, o desejo e a cólera. Mas note que ambos decorrem do veneno original, o “primeiro motor” do mal: a intenção de se ausentar, a recusa de sentir o que se tem presente. É em conseqüência dessa recusa que começamos a ler as energias da vida como irritação e falta, problemas a resolver, e que a existência passa a ser uma corrida desvairada fora do instante, uma sede infinita, um querer viver que nada mais é do que um que- rer morrer. E assim nos tornamos mortos-vivos.



IN: "O Fogo Liberador"