sábado, 30 de março de 2013

A Perda do Livre-arbítrio e a Unicidade com Deus



Mais uma entrevista que os espíritos elevados concederam a Jefferson Viscardi, o trabalhador que foi designado pela própria espiritualidade para esse mister: o de divulgar a mensagem divina e sobretudo, o de ‘por os pingos nos is’ – só agradecer, agradecer e agradecer, por todas as bênçãos de Deus. E mais nada!  

Desta vez – inédito – surge Pai João da Cachoeira, designado pelo grandioso espírito “cacique Pai Seta Branca” (Ao qual Pai João se refere com muito respeito, gratidão e humildade) para trazer a mensagem do alto para nós outros aqui reencarnados.

De todas as 27 entrevistas até agora com entidades da Umbanda  essa é que mais sensibilizou não somente o querido confrade, amigo e trabalhador Jefferson Viscardi, mas a nós outros também.

Logo de início, Pai João da Cachoeira agradece profunda e sinceramente ao Jefferson, pela oportunidade que lhe foi concedida – por “Pai Seta Branca”, o grande “cacique” iluminado – de poder conceder a entrevista, ou melhor, estar numa “prosa” com Jefferson Viscardi a falar de assuntos espirituais que nos interessam a todos.

A humildade desse espírito, portanto, é algo que nos sensibiliza, e, como vocês todos poderão constatar no áudio, o próprio Jefferson pergunta o que ele teria feito para merecer tão honrosa presença, qual a de Pai João da Cachoeira?

E, paradoxalmente, trata-se aqui dos espíritos “dos” xamãs, Preto Velhos, aqueles que na Terra foram considerados inúteis e sem importância, vindo do “além” esclarecer a humanidade.

O “mundo da voltas” – dizem...  

Eles são espíritos que perderam a sua identidade, a sua individualidade enquanto pessoas importantes, ou simplesmente enquanto pessoas, e por isso mesmo, são espíritos que não mais precisam reencarnar neste mundo de misérias e sofrimentos, senão como missionários no afã de divulgar e fazer prevalecer a verdade divina, porque é a única verdade que há. Não pode haver duas verdades; não pode haver duas vontades; não pode haver dois senhores...  

É por isso que Pai João da Cachoeira surge agradecendo, e não exigindo gratidão; é por isso que Pai João surge abençoando e não pedindo bênçãos; é desse modo que o grandioso espírito aparece, não se colocando como instrutor, mas apenas como instrumento de DEUS-PAI-TODO-PODEROSO, segundo suas próprias palavras.

Pai João desconstrói, nessa sua prosa agradável e divertida, toda a ideia de que somos artífices do nosso próprio destino; de que somos protagonistas dos nossos atos e de nossas ações. “Tudo é Deus, meu ‘fio’”, diz ele. “Se você chuta uma pedrinha quando está andando pela rua, isso terá uma consequência” – diz o sábio instrumento de Deus – porque (continua ele), “A pedra também é vida, a pedra também é Deus manifestado”!

Para este áudio – diz Pai João – “já foram selecionadas as pessoas que vão ouvi-lo”.