quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A Ciência da Raja-Yoga - auto-realização através do domínio da Mente




Auto-Realização através do domínio da Mente
(Raja-Yoga)


Raja-Yoga é uma ciência como qualquer outra. É a análise da mente, um reunir de fatos do mundo supersensório, para assim se construir o mundo espiritual. Todos os grandes mestres espirituais que o mundo conheceu, disseram: "Vejo e sei". Jesus, Paulo, e Pedro, declararam todos sua percepção espiritual das verdades que ensinaram.

A percepção é obtida pela Yoga


Nem memória nem consciência podem ser a limitação da existência. Há um estado superconsciente. Tanto este como o estado inconsciente são privados de sensação, porém com uma enorme diferença entre si - a mesma diferença que existe entre o conhecimento e a ignorância. A concentração da mente é a fonte de todo o conhecimento.







A Yoga ensina-nos tornar a matéria nossa escrava, como o deveria ser. Yoga significa "jugo" - "jungir", isto é, juntar a alma do homem à Alma suprema ou Deus. Este nosso "eu" cobre apenas uma pequena consciência e urna vasta quantidade de inconsciência, enquanto sobre ele, e quase completamente desconhecida dele, está o plano superconsciente.

Através de prática fiel, camada após camada da mente se abre diante de nós, e cada ima dessas camadas nos revela um fato novo. Vemos como que mundos novos criados diante de nós, novos poderes são postos em nossas mãos, mas não devemos parar no caminho, nem permitir que fiquemos deslumbrados por essas contas de vidro, quando a mina de diamantes está à nossa frente.

Só Deus é a meta.


Três coisas são necessárias ao estudante que deseja ter sucesso. Primeira: abandonar toda a idéia de gozo neste mundo e no outro, mas preocupar-se apenas com Deus e a Verdade. Estamos aqui para conhecer a Verdade, não para ter prazeres. Deixemos isso para os brutos que gozam como jamais poderemos gozar. O homem é um ser pensante e deve lutar até dominar a morte até que veja a luz.

Segundo: desejo intenso de conhecer a Verdade e Deus. Sede ansiosos por eles, suspirai por eles, como um homem que se afoga anseia pelo ar.

Terceira: Refreai a mente para que não se externe, refreai os sentidos, voltai a mente para o interior, sofrei tudo sem murmurar, fixai a mente numa idéia, pensai constantemente em vossa natureza real. Libertai-vos da superstição. Não vos hipnotizeis para acreditar em vossa própria inferioridade. Dia e noite dizei a vós mesmos o que realmente sois, até que compreendais, realmente compreendais, vossa unidade com Deus,

Sem essas disciplinas, não há resultados.


Podemos ter consciência do absoluto, mas nunca poderemos expressá-lo. Temos que ir além dos limites dos sentidos e transcender mesmo a razão. E possuímos poder para fazer isso.

Primeira Parte


Segundo o raja-yogue, o mundo externo não passa da forma grosseira do mundo interno, sutil. O mais fino é sempre a causa, o mais grosseiro o efeito. O homem que descobre e aprende como manipular as forças internas, terá toda a natureza sob seu controle. A tarefa que o yogue se propõe realizar, é, nada mais, nada menos, do que dominar todo o universo, dominar toda a natureza. Deseja chegar ao ponto em que aquilo que chamamos leis da natureza, não tenha influência sobre ele; em que ele possa passar para além de todas elas. Dominará toda a natureza, interna e externa.

Todo o nosso conhecimento é baseado na experiência. O que chamamos conhecimento por inferência, no qual vamos do menor para o geral ou do geral para o particular, tem como base a experiência. No que chamam ciências exatas as pessoas facilmente encontram a verdade, porque elas apelam para as experiências de cada ser humano. O cientista não vos diz que acrediteis em coisa alguma, mas tem certos resultados que vêm de suas próprias experiências, e, raciocinando sobre eles, apela para alguma experiência universal da humanidade, ao pedir-vos que acrediteis em suas conclusões. Em toda a ciência exata há uma base comum a toda a humanidade, de forma que podemos ver imediatamente a verdade ou a falsidade das conclusões dali tiradas. Bem, a pergunta é a seguinte: A religião tem ou não tem essa base? Terei de responder tanto pela negativa como pela afirmativa.

Religião, tal como é geralmente ensinada no mundo todo, dizem estar baseada na fé e na crença, e na maioria dos casos consiste apenas em diferentes séries de teorias. Essa é a razão pela qual encontramos as religiões discutindo umas com as outras. Essas teorias, além disso, são baseadas na crença. Um homem me diz que há um grande Ser sentado sobre as nuvens, governando todo o universo, e me pede que acredite apenas na autoridade de sua afirmativa. Da mesma maneira eu posso ter minhas próprias idéias, e pedir aos outros que acreditem nelas. Se me perguntarem a razão, eu não lhes poderei dar razão alguma. Por isso é que hoje em dia a religião e a filosofia metafísica têm mau nome. Todo o homem instruído parece dizer: "Oh! essas religiões não passam de um feixe de teorias sem qualquer padrão pelo qual possamos julgá-las, cada homem pregando suas próprias idéias de estimação". Contudo, há uma base de crença universal na religião, governando todas as diferentes teorias e todas as idéias variáveis das diferentes seitas em diferentes países. Indo até suas raízes, verificamos que também elas estão baseadas em experiências; universais.

O cristão pede-vos que acrediteis em sua religião, que acrediteis em Cristo como encarnação de Deus, que acrediteis num Deus, numa alma, e num estado melhor da alma. Se eu lhe pedir que raciocine, ele me diz que acredita neles. Mas se fordes à nascente do Cristianismo, verificareis que ele é baseado na experiência. Cristo disse que viu Deus, os discípulos disseram ter sentido Deus, e assim por diante. Igualmente, no Budismo, trata--Se da experiência de Buda. Ele experimentou certas verdades, viu-as, teve contato com elas, e pregou-as ao mundo. Assim com os hindus. Em seus livros, os escritores, que são chamados rishis, ou sábios, declaram ter tido experiência em certas verdades, e essas verdades pregam.

Assim, é claro que todas as religiões do mundo foram construídas sobre esse fundamento universal e adamantino de todo o nosso conhecimento - a experiência direta. Os Mestres todos viram Deus, todos eles viram suas próprias almas, viram seu futuro, viram sua eternidade, e pregaram o que viram. Contudo, há uma diferença: a maioria dessas religiões, especialmente nos tempos modernos, faz uma declaração peculiar, isto é, que tais experiências são, impossíveis nos dias presentes. Foram possíveis apenas para uns poucos homens, fundadores das religiões que, subseqüentemente, levaram seus nomes. No tempo presente tais experiências se tornaram obsoletas, e portanto, ternos que tomar a religião como crença, agora.

Nego inteiramente semelhante idéia. Se houve uma experiência neste mundo, em qualquer ramo particular do conhecimento, segue-se, absolutamente, que tal experiência foi possível milhões de vezes antes e se repetirá eternamente. Uniformidade é lei rigorosa da *natureza: o que uma vez aconteceu, pode acontecer sempre.

Os mestres da ciência Raja-Yoga declaram que a religião não é apenas baseada na experiência dos velhos tempos, mas que homem algum pode ser religioso enquanto não tiver por si mesmo as mesmas percepções. Raja-Yoga é a ciência que nos ensina a obter essas percepções. Não adianta muito falar sobre religião enquanto a pessoa não a sentiu. Por que há tanta perturbação, tanta luta e discussão em nome de Deus? Tem havido mais derramamento de sangue em nome de Deus do que por outra causa qualquer, porque as pessoas nunca vão às fontes de origem. Contentam-se com o dar assentimento mental aos costumes de seus antepassados, e desejam que os outros façam o mesmo. Que direito tem um homem de dizer que possui uma alma se não a sente, ou que há um Deus, se não o vê? Se há um Deus, ele deve vê-lo e se há uma alma, deve percebê-la, de outra forma é melhor não acreditar. É melhor ser um ateu declarado do que um hipócrita.

A idéia moderna, por outro lado, exposta pelos "eruditos", diz que a religião, a metafísica, e toda a busca de um Ser Supremo, são fúteis. Por outro lado, os semi-instruidos parecem considerar que essas coisas realmente não têm base, e seu único valor consiste no fato de fornecerem fortes poderes de motivação para fazer bem ao mundo. Se os homens acreditam num Deus, podem tornar-se bons e morais, e assim se fazem bons cidadãos. Não podemos censurá-los por manterem tais idéias, vendo ' que todo o ensinamento que tais homens obtêm resume-se, simplesmente, em acreditarem numa mixórdia de palavras, sem qualquer substância a ampará-las. Pedem-lhes que vivam sobre tais palavras. Podem fazer isso? Se o pudessem, eu não teria qualquer consideração pela natureza humana. O homem deseja a verdade, deseja experimentar a verdade por si mesmo. Quando a tiver obtido, compreendido, sentido dentro do âmago de seu coração, então, e só então - declaram os Vedas - todas as dúvidas se desvanecerão, todas as trevas serão afastadas, e tudo quanto é torto se endireitará. "Vós, filhos da imortalidade, mesmo os que vivem nas mais altas esferas, o caminho foi achado. Há um caminho para fora de toda essa treva, e é o caminho da percepção d'Ele, que está acolá de todas as trevas. Não há outro caminho."

A ciência Raja-Yoga propõe-se a colocar diante da humanidade um método organizado prática e cientificamente, para alcançar essa verdade. Em primeiro lugar, toda a ciência tem seu método próprio de investigação. Se desejais tornar-vos astrônomo, e vos sentardes, gritando: "Astronomia! Astronomia!", jamais o sereis. Se desejardes ser um astrônomo, tereis de ir para um observatório, apanhar um telescópio, estudar estrelas e planetas, e então podereis vir a ser um astrônomo. Cada ciência deve ter seu método próprio. Eu poderia pregar milhares de sermões, mas eles não vos fariam religiosos, enquanto não praticásseis o método. Essas são as verdades dos sábios de todos os países, de todas as épocas, de homens puros e destituídos de egoísmo, que não têm outro motivo senão fazer bem ao mundo. Todos eles declaram que encontraram alguma verdade mais alta do que a que os sentidos nos podem trazer, e convidam-nos à verificação. Pedem-nos que aceitemos o método e o pratiquemos honestamente. Então, se não encontrarmos aquela verdade mais alta, teremos o direito de dizer que não há verdade na declaração. Mas, antes de termos feito isso, não será racional que neguemos a verdade de suas afirmativas. Portanto, devemos trabalhar fielmente, usando os métodos prescritos, e a luz virá

Adquirindo conhecimento, fazemos uso da generalização, e a generalização está baseada na observação. Primeiro observamos os fatos, depois generalizamos, para depois retirarmos daí conclusões e princípios. O conhecimento da mente, da natureza interna do homem, do pensamento, jamais pode ser obtido enquanto não tivermos o poder de observar os fatos que se passam internamente. É relativamente fácil observar os fatos que se passam muitos instrumentos foram inventados para esse “mundo”, pois mim mas para o mundo interior não temos instrumento que nos valha. Ainda assim , sabemos que devemos observar, a fim de adquirir verdadeira ciência. Sem análise própria, qualquer ciência seria inútil, mera teoria. Por isso é que todos os psicólogos vêm discutindo entre si desde os começos dos tempos, a não ser os poucos que encontraram os meios de observação.

A ciência Raja-Yoga, em primeiro lugar, propõe-se a nos dar esses meios de observação dos estados internos. O instrumento é a própria mente. O poder de atenção, quando adequadamente orientado e dirigido para o mundo interior, analisará a mente e iluminará os fatos para nós. Os pç)deres da mente são como raios de luz dissipados. Quando se concentram, iluminam. Esse é o nosso único meio de conhecimento. Todos o estão usando, tanto no mundo interno como no externo, mas, para o psicólogo, a mesma minuciosa observação que o homem de ciência dirige ao mundo exterior deve ser usada para o mundo interior. E isso requer muitíssima prática. Da nossa infância para diante nos ensinaram a dar atenção apenas ao que é exterior, e nunca ao que é interior. Daí a maioria dentre nós ter quase perdido a faculdade de observar o mecanismo interior. Virar a mente ao avesso, por assim dizer, impedi-Ia de ir para fora, e então concentrar todos os seus poderes e atirá-los sobre a própria mente de forma que ela possa conhecer sua própria natureza, analisar-se, é trabalho duro. Ainda assim, é a única forma para chegar ao que quer que represente aproximação científica do assunto.

Qual é a utilidade de semelhante conhecimento? Em primeiro lugar, o conhecimento em si mesmo é a mais alta recompensa do conhecimento e, em segundo lugar, há ainda utilidade nele. Varrerá de nós toda a angústia. Quando, através da análise de sua própria mente, o homem se vê face a face, por assim dizer, com algo que jamais é destruído, com algo que é, pela sua própria natureza, eternamente puro e perfeito, já não se sentirá angustiado, já não se sentirá infeliz. Toda a angústia vem do medo, do desejo insatisfeito. O homem descobrirá que não morre nunca, e então já não temerá a morte. Quando ele souber que é perfeito, não mais terá desejos vãos. E ambas as causas se ausentando, não mais haverá angústia, e sim bem-aventurança perfeita, mesmo enquanto estiver neste corpo.

Há um único método pelo qual se pode obter esse conhecimento: é a chamada Concentração. O químico, em seu labora tório, concentra todas as energias de sua mente num foco e projeta-a sobre os materiais que está analisando, a fim de descobrir os seus segredos. O astrônomo concentra todas as energias de sua mente e projeta-as através do seu telescópio para os céus. E as estrelas, o Sol, e a Lua, entregam-lhe os seus segredos.

Como foi obtido todo o conhecimento do mundo senão pela concentração dos poderes da mente? O mundo está pronto a entregar seus segredos, se soubéssemos ao menos como bater-lhe à porta, como dar o golpe necessário. O vigor e a força do golpe vêm através da concentração. Não há limites para o poder da mente humana. Quanto mais concentrada é, mais poder atrai para reforçar determinado ponto: esse é o segredo.

É fácil concentrar a mente em coisas exteriores, pois ela se dirige naturalmente para fora. Mas não acontece isso no caso da religião, da psicologia, da metafísica, quando a substância e o objeto são um. O objeto é interno - a própria mente é o objeto - e é necessário estudar a própria mente, a mente estudando a mente. Sabemos que existe um poder mental chamado reflexão. Eu vos estou falando. Ao mesmo tempo estou de lado, uma segunda pessoa, por assim dizer, sabendo e ouvindo o que estou dizendo. Vós trabalhais e pensais ao mesmo tempo, enquanto uma porção de vossa mente fica de lado e vê o que estais pensando. Os poderes da mente devem ser concentrados e retornados para ela própria, e, assim como os lugares mais trevosos revelam seus segredos diante dos raios de Sol que neles se introduzem, a mente concentrada será penetrada pelos mais recônditos segredos. Assim, chegaremos à base da crença, à real, genuína religião. Perceberemos, por nós mesmos, se temos almas, se a vida conta com cinco minutos ou com a eternidade, se há um Deus ou não no universo. Tudo isso nos será revelado.

É isso que o Raja-Yoga se propõe a ensinar. A meta de todo o seu ensinamento está em como concentrar a mente, depois em como descobrir os recessos mais recônditos de nossas próprias mentes, e a seguir, como generalizar seu conteúdo, e formar, através dele, nossas próprias conclusões. Portanto, ela jamais pergunta qual é a nossa religião - se somos deístas, ou ateus; se somos cristãos, judeus ou budistas. Somos seres humanos, e isso é o suficiente. Cada ser humano tem o direito e o poder de procurar a religião, cada ser humano tem o direito de perguntar os por quês à razão e ter a resposta a essas perguntas, respostas dadas por ele mesmo, se quiser votar a esse trabalho.

Até aqui, portanto, vemos que no estudo de Raia-Yoga não é necessário fé ou crença. Não creiais em nada enquanto não o descobrirás por vós mesmos, isso é o que ela nos ensina. A verdade não precisa de escora que a sustente. Quereis dizer que os fatos de nosso estado vigilante requerem alguns sonhos ou quimeras que os provem? Certamente que não, O estudo da Raja-Yoga requer bastante tempo e prática constante. Uma parte dessa prática é física, mas na maioria é mental. Com a continuação, descobriremos quanto a mente está intimamente ligada ao corpo. Se acreditarmos que a mente é, simplesmente, uma parte mais sutil do corpo, e que a mente age sobre o corpo, então a mão nos dirá que o corpo deve reagir sobre a mente. Se o corpo está doente, a mente também se torna doente. Se o corpo está sadio, a mente permanece sadia e forte. Quando estamos zangados a mente se perturba. A maioria da humanidade traz a mente sob grande controle do corpo, pois sua mente é pouco desenvolvida. A vasta massa da humanidade está bem pouco distante dos animais. Não só isso, mas em muitos casos o poder de controle, nessa maioria, é pouco mais alto do que o dos animais considerados como os inferiores de sua espécie. Temos bem pouca ascendência sobre nossas mentes.

Portanto, para obter essa ascendência, para conseguir controle sobre o corpo e a mente, precisaremos de alguns auxílios físicos. Quando o corpo estiver suficientemente controlado, podemos tentar a manipulação da mente. Manipulando a mente, poderemos trazê-la sob nosso controle, e compeli-Ia a concentrar-se nos poderes que desejamos.

De acordo com a Raja-Yoga, o mundo exterior não passa da forma grosseira do mundo interior, ou sutil. O mais fino é sempre a causa, o mais grosseiro o efeito. Assim, o mundo exterior é o efeito, o interior é a causa. Da mesma maneira, as forças interiores são mais finas. O homem que descobriu e aprendeu como manipular as forças interiores, obterá o controle de toda a natureza. O yogue propõe-se nada menos do que dominar todo o universo, controlar toda a natureza. Deseja chegar ao ponto em que podemos dizer que aquilo que chamamos leis da natureza não terão influência sobre ele, em que estará em condições de passar para além de todas elas. Dominará tôda a natureza, interior e exterior. O progresso e a civilização desta raça humana simplesmente significa o controle dessa natureza.

Raças diferentes podem usar processos diferentes para controlar a natureza. Tal como na mesma sociedade alguns indivíduos desejam controlar a natureza exterior e outros a interior, assim entre as raças algumas desejam controlar a natureza exterior, e outras a interior. Algumas dizem que controlando a natureza interior controlamos tudo. Levadas ao extremo, ambas têm razão, porque na natureza não há tal divisão em exterior e interior. São, essas, limitações fictícias, que jamais existiram. Os exterioristas e os interioristas estão destinados a encontrarem-se no mesmo lugar, quando ambos alcançarem o ponto extremo de seu conhecimento. Tal como o físico, quando leva seu conhecimento aos seus limites e os encontra fundindo-se com a metafísica, os metafísicos descobrirão que o que chamam mente e matéria são apenas distinções aparentes; a realidade é Uma.

O fim e objetivo de toda a ciência é encontrar a unidade, o Um, do qual as cópias estão sendo manufaturadas, o Um existindo como todas elas. Raja-Yoga propõe começar do mundo interior, estudar a natureza interior, e, através dela, controlar o todo - tanto interior como exterior.
 
IN: Quatro Yogas de Auto-realização, Swami Vivekananda
 
 
 

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