sábado, 7 de julho de 2012

Paulo de Tarso e sua concepção monista de Deus




A "igreja" e o corpo de Cristo (1 Coríntios 12, 12-27)


Pois, assim como o corpo é um só, embora tendo muitos membros; e todos os membros do corpo, apesar de serem muitos, constituem um só corpo; assim também Cristo (ou Deus).

 


De facto, fomos todos batizados num só Espírito, para formarmos um só corpo — judeus ou gregos, escravos ou livres  — e a todos foi dado a beber um único Espírito.

O corpo não é composto de um só membro, mas de muitos. Se o pé dissesse: «Uma vez que não sou mão, não faço parte do corpo»; nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. E se o ouvido dissesse: «Uma vez que não sou o olho, não faço parte do corpo»; nem por isso deixaria de pertencer ao corpo. Se todo o corpo fosse olho, onde ficaria o ouvido? Se todo ele fosse ouvido, onde ficaria o olfacto? Deus, porém, dispôs os membros no corpo, cada um conforme lhe aprouve.



Se todos fossem um único membro, onde estaria o corpo? Com efeito, existem muitos membros, mas um só corpo.



Não pode, pois, o olho dizer à mão: «Não tenho necessidade de ti»; nem tão pouco a cabeça dizer aos pés: «Não tenho necessidade de vós».



Pelo contrário, quanto mais fracos parecem ser os membros do corpo, tanto mais são necessários; e aqueles que parecem ser os menos dignos do corpo, a esses rodeamos de maior dignidade; e aqueles que são menos decentes, nós os tratamos com mais decoro, pois os que são decentes, não têm necessidade disso.



Mas Deus dispôs o corpo, de modo a dar maior dignidade ao que dela carecia, a fim de não haver divisão no corpo e os membros terem a mesma solicitude uns para com os outros.



Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria.
     
Ora vós sois o corpo de Cristo e seus membros, cada um pela sua parte.
 
 

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