sábado, 23 de abril de 2011

Ciência e Espiritismo: a descoberta da matéria-escura e a física quântica



Em 1933, o astrofísico e astrônomo suíço Fritz Zwicky, do Instituto da Califórnia fez uma importante descoberta: a partir de cálculos matemáticos, descobriu-se que a velocidade orbital das estrelas situadas na orla das galáxias apresentavam uma velocidade muito maior do que a esperada, denotando que, o centro da galáxia não tinha força gravitacional suficiente para fazer com que tais estrelas permanecessem coesas no sistema. A questão era: "por que elas não saem pela tangente, ou seja, voando pelo espaço afora?" A única resposta plausível era supor um acréscimo de MATÉRIA INVISÍVEL e indetectável pelos instrumentos de observação, fora da galáxia. E esta é a origem da MATÉRIA ESCURA, e posteriormente, da ENERGIA ESCURA.



Hoje sabe-se que há mais matéria no espaço interestelar do que nos centros massivos de galáxias e superaglomerados de galáxias - na verdade a matéria contida no interior das galáxias é ínfima se comparada com a quantidade de massa invisível chamada "Matéria-escura".


No mundo do microcosmo, outra descoberta veio fazer coro com o questionamento da "ponderabilidade como um atributo essencial da matéria": a descoberta, pela Física Qüântica, de que o átomo é constituído de um núcleo maciço e desprezível, em relação à sua totalidade, com uma nuvem de elétrons "girando" em torno do centro atômico e que estão em vários lugares ao mesmo tempo (onipresença). E então surge o questionamento: o que é a matéria? A ponderabilidade é um atributo essencial da matéria?


E o próprio Allan Kardec veio nos dizer que a matéria só existe para os sentidos destinados a percebê-la  (questão 32 de O Livro dos Espíritos), fazendo coro com a tradição espiritualista oriental, de Krishna a Vivekananda, de que a matéria é ILUSÃO DOS NOSSOS SENTIDOS!


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